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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

falar e ouvir

Acho mais fácil falar que ouvir. Não sei se é todo mundo assim, mas acredito que não. Tem gente que não acha nada fácil. Nem ouvir, nem falar. As vezes tento entender essas pessoas. Pra mim é tão natural falar (não só com a boca) que acho que deve ser muito estranho quando não é fácil. Isso pode ser um problema, como dizem vários ditados ("quem fala muito, dá bom dia a cavalo" ou "quem fala o que quer, ouve o que não quer"). Mas pode ser também solução. Tirar um peso de um pensamento ou sentimento que está ali dentro, apertando, e depois de falado sentir o alívio e a leveza. Mas a prudência ensina que as vezes, mesmo quando se tem muito a falar, o melhor é calar mesmo... Pra evitar a fadiga. E olha... eu falo. Muito. E alto. Muito também. E também já ouvi muitas coisas que não queria, mas como ótima ouvinte que sou, digeri.
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Aqui, esse post (que mania estou nela de justificar meus posts) é só pra falar que eu quero ouvir. Mesmo que não seja o que eu queria ouvir.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Amour

Como já disse por ali, no meu mundo cor-de-rosa tudo acaba bem.
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E eu sonho.
Muito.
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E planejo.
Muito.
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E anseio.
Muito.
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E também sofro. Mas tento que não seja muito.
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E me entrego, aos meus sentimentos equivocados e de menina, ou menininha (que é ainda menor). E mesmo quando não equivocados, não me podo também.
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E a cada dia me apaixono mais. E depois menos. E depois mais de novo, pra logo vir o menos. E depois, já nem sei mais. Ou sei, mas deixo quieto.
Mas me apaixono mesmo todo dia é
aqui. E depois não vem o menos.
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E, falando em amour, pela música apaixonante, paisagem estonteante e casal invejante...
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sábado, 15 de agosto de 2009

bola de cristal

Já falei aqui que sou ansiosa?
Pois é. Eu sou ansiosa.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

ai que meda!

Continuando com "minhas características marcantes", falo agora da minha insegurança.
Sou uma pessoa corajosa, enfrento muitas coisas, me aventuro mesmo, pulo de cabeça. Mas é inevitável aquele frio na barriga, aquele medo de começar uma coisa nova, aquela insegurança de se vou dar conta do recado.

No meu último estágio em um escritório de arquitetura, no primeiro dia me mandaram detalhar esquadrias. Eu nunca tinha feito detalhamento algum, meus cads eram super básicos e eu não tinha idéia do que seria detalhar uma esquadria. Antes mesmo de entrar lá, eu já tava com medo por achar que meu desenho técnico era fraco. E quando eu chego já me pedem detalhamento! Pirei!! E aí fiquei com muito medo do que estaria por vir, se eu ia conseguir fazer, se ia ficar bom, que que o chefe ia achar... Enfim, a insegurança me consumiu.

Na vida eu sou assim, apesar de muitas vezes não parecer. Quando fui saltar de paraquedas, o frio na barriga era gelado. Lá do alto pensava comigo mesma: Será que ainda dá tempo de desistir? Se eu não saltar vou ter que pagar do mesmo jeito porque o avião já subiu e ainda vou ficar com fama de medrosa. Nossa! Mas é muito alto. Ai meu deus!!!
Mas saltei e foi uma das experiências mais incríveis que já tive! E aconselho!

Poderia ficar aqui horas citando situações de insegurança monstra, mas melhor poupar.
Esse medo da vida, das coisas, das pessoas, já melhorou muito. E estou progredindo nesse aspecto. Ou não. Ai que medo!