terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

a menina sou eu

Tenho um pensamento meio egoísta às vezes com relação às músicas que gosto. Egoísta no sentido de achar que são todas minhas, feitas pra mim, feitas pro meu momento, pra minha vida, pra eu sorrir e esquecer do resto do mundo! E mesmo sabendo que não é bem assim, me iludo ao sentir que aquela menina da música sou eu, que as cores são minhas, que quem sonha e dança sou eu. Egoísta, egocêntrica, infantil, menina mimada. Agora, mais uma música minha pra vocês. Ah, a menina que dança, sou eu!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

vou sonhando até explodir colorido

Já deixei bem claro por aqui que cores me atraem bastante. E eu adoro também pescar frases em músicas. Frases que eu acho bonitas e que trazem algum significado. E quando junta tudo, uma música colorida com frases bonitas, é praticamente inevitável não gostar da música! Pra não abandonar o blog e tentar postar sempre, me propus a compartilhar as músicas coloridas pra mim diariamente.
Escolhi começar com Rolling Stones. Não tem uma frase específica da múscia que se destaque pra mim. A letra é pequena e se repete. Cita o céu, o por-do-sol e o arco-íris. Além da melodia envolvente que faz querer levantar e dançar, girando, pulando, sorrindo! Tem como eu não gostar?

p.s-> o computador está sem som, então não posso ter certeza absoluta que é essa a versão. Mas estou quase certa disso!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

o que eu gosto

O que eu gosto, de verdade, muito mesmo, é saber que tenho amigos. Na verdade, é como eu sei que tenho eles. São os abraços, os ouvidos, as conversas, as danças, os olhares, os cocões na cabeça, a cumplicidade, o choro, tudo. É saber que independente do que eu fale, que eu sinta, que eu faça, está ali do meu lado rindo comigo, chorando comigo, tendo raiva comigo e aconselhando. É sentir no abraço ou na cara feia todo o amor que tem por trás. É compartilhar confidencias e ouvir conselhos mesmo achando que são absurdos, mas entender que aquela pessoa apesar de ter muito de você e você muito dela, pensa diferente e isso é bom. Muitas vezes esses conselhos são sabidos e depois a gente vê que o amigo estava certo. Mas eu, teimosa e taurina que sou, quase sempre bato o pé e sigo a minha cabeça, porque sei que depois de tudo, independente de qualquer coisa, vou ter um abraço e um amigo. E não importa a distância física ou temporal, a amizade não diminui e muitas vezes até se fortalece por isso. A saudade, apesar de as vezes doer quase fisicamente como um nó na garganta, um choro entalado, um grito preso, é boa de sentir. É amor que está aqui do meu lado de dentro mas não está aqui do lado de fora pra gente apertar e abraçar bem forte!
Me perguntam: você está feliz? Quando digo que eu sou feliz sempre, mesmo quando triste, mesmo com problemas, mesmo com lágrimas nos olhos, mesmo com aperto no coração, mesmo com tudo do mundo (!), é culpa deles. Desses amigos que estão sempre ali e aqui comigo!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

confeti

Deusdipikinininha eu seleciono bastante o que como. Sou uma pessoa bem seletiva. Tem gente que prefere dizer que sou fresca. Como já disse no mega texto lá embaixo, estou melhorando esse aspecto da minha vida e já como cebola, tomate, comida japonesa... Mas tem uma coisa que ainda não aprendi a comer são alguns confetis coloridos. Eu adoro confeti, assim como chocolates em geral, mas tenho a mania de selecionar os azuis, roxos e marrons e não comê-los. Já fiz testes, sei que eles têm todos o mesmo gosto, mas não adianta. Separo mesmo. Mas tenho uma explicação pros azuis e lilás. Eu não conheço comida naturalmente lilás ou naturalmente azul como os confetis, então meu preconceito vem daí. Os marrons não tem motivo mesmo... Os vermelhos eu como sempre por último deixando sobrar os já mencionados acima. Hoje descobri uma solução (ou melhor, uma falta de opção) pro meu problema: comer confetis no escuro!

O Curioso Caso de Benjamin Button

Hoje fui no cinema ver um filme muito bom que muito me lembra minha infância. Quando eu era bem pequena, bem pequena mesmo, ficava pensando com uma grande preocupação que estava próxima do fim da minha vida. Não sei exatamente de onde tirei isso, provavelmente da minha cabecinha de criança, mas eu achava que as pessoas nasciam velhas e iam rejuvenecendo. Obviamente descobri que isso era tudo invenção da minha cabeça quando perguntei pra minha mãe quando eu ia morrer. Ufa!
Mas o Benjamin, coitado, morreu nenem. Coitado ou não... Porque ele viveu a vida toda, de trás pra frente, mas viveu diversas experiências e sentimentos que qualquer pessoa vive.
Lindo o filme. Vale a pena!

pipoca


Adoro pipoca! Tenho lembrança do meu pai fazer pipoca sempre. Pipoca salgada, doce, com açucar colorido... Quando era novinha e entrava de férias, sempre juntavam primas, amigas, irmãs pra brincar aqui em casa. Barbie, Phantom, Lego, Playmobil... o que fosse! Quando chegava a hora do lanche, era pipoca. Aí sempre ligávamos pro meu pai na Cemig:
- Rosário... papai tá aí?
- Vou chamar!
(...)
- Pai! Pode abrir guaraná pra lanchar com pipoca?
Na época era guaraná na garrafa de vidro. E depois de aberto a gente colocava um tampa que deixava nao sair o gás. Pelo menos a gente achava que não.
Bons tempos de férias e de infância... Com o passar dos anos, a independência aumentando, assumi algumas funções. Sabendo usar o cartão de crédito e o carro, sou responsável pelo supermercado. E depois de aprender a acender o fogão sozinha e mostrar à família meus dotes culinários, sou a pipoqueira oficial da casa!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

descobertas

Adoro descobrir coisas! Lugares novos, bandas novas, filmes novos... Isso pode ser porque sou bem curiosa. Com tudo. Se tem uma coisa que eu odeio e o tal do "depois te conto". Quando me falam isso, vira uma chavinha na minha cabeça e ja começo a pensar: depois porque? porque nao agora? Será que foi alguma coisa que eu fiz? Será que aconteceu alguma coisa? Será que é bom? Será que é ruim? E já fico cheia de coisas passando na cabeça. A mesma coisa acontece quando vejo um filme de suspense ou um seriado na tv. Será que fulano vai descobrir isso a tempo? Será que aquela mulher que matou o marido? Adoro esses seriados de solucionar crimes tipo C.S.I e mais recentemente The Mentalist. O que eu mais gosto é quando eu descubro alguma coisa. Tipo, outro dia eu entrei no carro e vi que o lado esquerdo do banco do motorista tava descosturando. Aí sentei, puxei o cinto, fiquei reparando onde o cinto passava no banco pra ver se era culpa dele. Não era. Fiquei pensando várias possibilidades para o rasgo. Não conseguia descobrir. Sexta-feira, quando fui entrar no carro com minha bermuda jeans que tem botão no bolso de trás, fiquei agarrada no rasgo! Fiquei bem feliz quando descobri que a culpa eram dos botões das calças! Agora, vou ter que mandar costurar o banco e tomar cuidado ao entrar no carro com calças que tenham botões atrás!