quarta-feira, 29 de abril de 2009

como complicar a vida

TPM + INFERNO ASTRAL + BANCA INTERMEDIÁRIA DE TFG SEGUNDA + ANIVERSÁRIO NA TERÇA COM PROVA DE URBANISMO À NOITE = SEMANA QUE NÃO TEM FIM!

terça-feira, 28 de abril de 2009

pipocas da memória

Minha memória de criança pipocou hoje. E aposto que a medida que vou escrevendo vai pipocar mais ainda. fatos simples as vezes, mas muito marcantes. Tudo começou porque fui ajudar minha mãe a emcapar umas cadeiras com plástico bolha. Lembro de quando era bem pequena estar na casa da Vovó Vevê, no quarto do lado da escada, entre a cama e o armário (um espaço bem restrito) junto com vários primos e alguns tios se enrolando em muito plástico bolha. Enrolando, estourando, pisando, mordendo, apertando. E muita gritaria e agitação que são peculiares às crianças felizes. Outra coisa peculiar é a imaginação. Sempre gostei de usar roupa velha pra ficar em casa. Quando pequena, maior um pouco que a do plástico bolha, tinha uma blusa dessas de propaganda. Peguei uma tesoura e tirei a gola. Com o tempo de uso, ela foi se desfazendo e uma das vezes que fui usá-la, vi que poderia virar a roupa do tarzan. Meus primos Paulinha e Gabriel estavam aqui em casa porque meus tios Dudu e Samira estavam de férias na Europa. Meu pai tinha acabado de viajar a trabalho e eu estava só com minha mãe e meus primos. Então fomos brincar de Tarzan e Chita. A brincadeira era simples, tipo casinha ou "vida" (como eu chamava casinha já na minha pré-adolescencia. brincar de casinha era mt de criança). Um era o Tarzan, a outra Chita, a outra uma mulher da selva amiga deles. Minha mãe tinha uns tapetinhos que colocava no braço do sofá. Como neles cabiam uma criança pequena (tipo eu) encolhida, viraram as camas. No meio da brincadeira, o Tarzan (que era o mais novo da trupe) escorregou na "cama" e rachou a língua. Exatamente. Rachou igual lingua de cobra. Partiu no meio e até hoje não entendemos exatamente como aconteceu. Ele levantou, babando sangue, eu olhei chocada, minha mãe saiu correndo do computador e foi levar ele pro hospital. Fiquei com minha prima que é 4 anos mais nova que eu. Mais tarde chegou um primo que já era adulto pra ficar com a gente, mas ele chegou tarde... Nós duas já tínhamos mandado um email contando o fato pros meus tios que estavam de férias. Agora, imagina um email contando isso, escrito por 2 crianças! Claro que minha tia ficou apavorada. Mas depois minha mãe mandou um outro explicando que já estava tudo bem.
Tenho outras lembranças muito completas e nítidas... Quando tinha uns 4 ou 5 anos, estava na casa da Vovó Maura vendo a tv do Vovô Benone, lá no quarto deles. A tv ficava ao lado da cama, no final da parede que tinha a porta. Eu ficava de costas pra porta pra ver tv. Estava passando Domingão do Faustão e tocava lambada. Eu estava com um conjuntinho de saia soltinha e rodada e mini-blusa com manguinha azul bebê. Era a roupa perfeita pra lambada, então logo me joguei na pista e arrisquei meu rebolado acompanhando a música. Bem desinibida e soltinha. Eis que ouço uma risada e quando olho pra porta fui flagrada! Minha tia e acho que meu pai também estava lá me admirando. Obviamente fiquei roxa e não dancei mais.
Bom lembrar dessas coisas...

segunda-feira, 27 de abril de 2009

escrever falar pensar

sempre achei que escrever é mais fácil que falar. tá. mentira. quer dizer, médio mentira. acho que quando escrevo, falo mais sobre o que penso. quando falo, meço mais as palavras. mas escrever é muito complicado também porque a cabeça vai a mil e as mãos não acompanham o pensamento e acabo muitas vezes pensando em sílabas, o que é bem esquisito. o que acontece quando escrevo muito é igual a quem fala muito. fico me contradizendo. a memória do que escrevi é pior do que a do que falei e aí em uma linha falo uma coisa e na debaixo já muda um pouco. nada muito exorbitante... mas pelo menos o escrito fica registrado pra gente ler quando quiser. a fala vai. e fica só na memória. outra vantagem de escrever é poder ler e reler e editar até que a coisa chegue ao destino final. se tivesse como editar o que falamos, talvez teríamos menos problemas. ou talvez nos preocuparíamos menos com o que falar. e consequentemente seríamos menos espontâneos. aí a vida ficaria chata e monótona. e até falsa mesmo.
quando escrevo me sinto mais livre. quando escrevo pra alguem tenho mais liberdade de contar as coisas, de criticar, de me abrir..., do que quando falo. isso é um bloqueio. uma desefa. acho que nem deve ser tão bom. nem tão ruim. vou aprendendo a equilibrar o que falo e o que escrevo. pra mim e pros outros.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

inspiração



... entre outras...

eu?

Eu quero é ser musical. Sempre.
Quero "dacing with myself" e com o outros também. Quero embalar ao som de Jack Johnson e ver estrelas com noel. O rosa. Quero uma vida cor-de-rosa. Um sopro. Uma brisa. Um soriso. Um som. Meu tom. Meu ritmo sem ritmo, minha cabeça em festa, meu corpo em poesia. Quero ser. Ser musica aos ouvidos, dança aos olhos. Quero bailar acompanhada, ninar e ensinar. Quero momentos marcados por musicas e cheiros. Quero flor, estrela e som. Quero ver céu e voar. Ver música e dançar poesia. Ouvir cheiro e falar cores. Gargalhar brilho e sentir o mundo. Olhar os olhos e beijar a boca. Abraçar o corpo e corar o rosto. Sentir a música e passar minha calma. Quero.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

ontem

Lembro como se fosse ontem.
Minha boneca Bambina, de roupa rosa e toda macia. Sorriso marcado, cantinho da boca afundadinho. Cabelo cacheados. Ai! saudades!

fico boba!

Fico boba as vezes com as pessoas. Não sei se a culpa é dos meus pais que me fizeram tão educada e tranquila. Tá. Nem sempre sou tão tranquila, mas tenho um mínimo de educação. E muito me surpreende quando esbarro com umas pessoas na vida que não tem um pingo. Pingo de educação, de boa vontade, de bom senso, desconfiômetro. Enfim... Vou contar o que me fez passar raiva há uns 10 minutos atrás. Bom, vou tentar na verdade descrever aqui como foi a cena e espero que consiga passar a situação.
Eu estava voltando pra casa. Subindo uma rua pra virar em outra, ambas mão dupla, eu era a segunda. Vindo da rua que eu ia virar, tinha um ônibus. As ruas são pequenas e ambas mão dupla. Então, vinha carro de todo lado. O ônibus ocupava as 2 pistas da rua que ele vinha porque ia virar na que eu estava. Então, eu dei ré pra liberar espaço pra pessoa da frente dar ré também e dar espaço ao ônibus pra terminar a manobra, já que estávamos todos amarrados e presos. Ok. Feito isso, o ônibus foi fazendo a curva. Com muita delicadeza pra não pegar o poste ao lado, a árvore à frente, o motorista foi fazendo tudo direitinho. Como estava bem cauteloso e devagar, foi acumulando carro atrás de mim. Ao meu lado, tinha um carro estacionado. O carro da minha frente se jogou no passeio porque senão seria engolido pelo ônibus (o motorista deveria ter ido láaaaa trás onde eu estava quando dei espaço, mas ele não quis). Quando o ônibus está quase finalizando a curva, mas ainda fechando a nosso escoamento, chegou uma MULA num palio na contramão da rua que eu estava, de cara pro ônibus. Pensei: gente! Q q esse cara tá indo na direção do ônibus? Será que ele não viu q o ônibus tá virando aqui? Bom, ele vai ter que dar ré de novo. Doce ilusão. Não é que a mula do cara desligou o carro na frente do ônibus??? E lá ficou, como se estivesse na garagem da casa dele. Aí, eu não tinha espaço pra passar entre o ônibus e o carro estacionado, o cara da minha frente já tinha saído, o ônibus não conseguia chegar pra frente e a mula do palio só olhando. Aí nisso desceu um cara do ônibus, o segurança da rua foi lá também pedir educadamente pra mula dar ré. O cara ficou encrencando e desceu o carro 2cm. Obviamente não foi suficiente e não fez a menor diferença pra nada. A mula do palio queria q eu andasse pra frente, o carro atrás de mim também pra ele entrar e furar a fila de carros que tinha se formado atrás da gente. Acontece que não tinha como eu chegar pra frente. O cara do palio foi ficando irritado, o segurança foi lá ver se dava pra eu passar, a filha do cara do palio (coitada!) tava pedindo ele pra dar ré, o cara do ônibus... O motorista do ônibus chegou a cogitar dar ré no ônibus pra resolver a situação (o que acho que só iria piorar)! A mula ameaçou descer do carro apelando várias vezes. Eu só coloquei a cabeça pra fora e gritei (gritei pra ser ouvida, não estava nervosa, estava embasbacada com tudo aquilo): Por favor, dá uma ré aí porque meu carro não passa aqui!! Depois de todo mundo tentando fazer o cara dar ré, a filha já aflita dentro do carro, o seguraça da rua descrente com tudo aquilo, o motorista do ônibus tranquilo esperando tudo, conseguimos fazer o cara tomar uma atitude! Ele deu ré??? Não!!!!! Ele resolveu manobrar o carro na garagem que estava ao lado dele, embicar o palio entre o táxi que estava atrás de mim e o outro carro e continuou dando chilique!!!
Enfim, só posso concluir que tem gente que não dá ré mesmo!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

nice

site bacana
coisas coloridas
precisa de mais nada

revolução solar dentro de mim

Tranquila e sonhadora porém com um certo agito, apreensão. Vontade de tudo acontecer rápido pra eu saber como vai ser. Isso é de mim mesma. Assim como meu jeito inseguro. E tranquila. Taurina. Esse ano tem muitos trânsitos por vir. Desafios e mudanças. Ainda não sei o que são, mas o céu me disse que tem. E eu espero... espero desse meu jeito, de querer antecipar as coisas por curiosidade e insegurança. E o ano tá quase começando pra mim. Vamos que vamos!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

sugestão

Esse sábado, dia 04/04/2009, foi o Pillow Fight Day. Diversas cidades do mundo participaram do evento que já acontece há um tempo. Não sei se é só uma vez por ano, mas o fato é que se você pesquisar, vai ver que já teve em outubro, em abril, no início do mês, no final... Enfim, não pesquisei mais detalhes porque meu foco era outro.
O fato é que eu acabei não indo ao evento. Depois de muito falar, incentivar e programar, não acordei a tempo de comer e tomar banho pra ir brincar na praça com as pessoas.
Imagino que tenha sido no mínimo divertido. Uma boa maneira de aliviar o stress e usar toda a energia violenta de forma suave. Bater com travesseiro é muito bom porque quem bate alivia a raiva e quem apanha não machuca (muito, né... porque dependendo da força aplicada e da densidade do travesseiro...). Minha mãe ficou maravilhada com a idéia do negócio. Disse que pode ser até a solução pras guerras e desentendimentos mundiais. Acho que ela exagerou um pouco, mas concordo com a idéia.

Além de aliviar as tensões, a guerra de travesseiros tem outra grande vantagem pra mim que moro longe da neve. Calma, já vou explicar a relação. Depois da guerra fica uma camada de penas no chão. Sempre fui doida pra fazer anjinho na neve (tá. médio. na verdade, sempre achei muito legal, mas quando estava nos EUA não fiz e acho (tá... eu sei) que sou frustada por isso). Aí, pesquisando fotos do evento na internet, achei essa de Paris e adorei! Agora estou um pouco mais frustrada de ter perdido a guerra de travesseiros em BH e também de ter perdido mais uma vez a oportunidade de fazer anjinhos...

Mas justificando o título do post, sexta-feira eu estava encorajando as pessoas a irem na Praça da Liberdade no sábado pra participar do evento. Aí me empolguei e comecei a pensar naquele tanto de pena voando! Porque, vamos combinar né, guerra de travesseiros só tem graça mesmo com penas voando. Colorida que penso, viajei: nossa! seria lindo se cada travesseiro tivesse pena de uma cor! Ia ser tipo uma propaganda da Sony Bravia, aquele tanto de gente no meio das penas ultra-coloridas!!!

Então, fica a dica pra próxima propaganda da Sony Bravia ou pra próxima Pillow Fight!
Foto tirada do Flickr Philippe Leroyer

quinta-feira, 2 de abril de 2009

cerejas

Adoro cerejas.

Lembro quando estudava no Promove Savassi (da 1ª a 4ª série) de uma enorme cerejeira que ficava no pátio. Tinha também jaboticabeira. Essa a gente subia e fingia que era nossa "casinha" nas brincadeiras. No final do dia, iámos pra cerejeira e o Branco, um funcionário da escola, colhia algumas pra nós.
Outro dia (há uns meses... na verdade, ano passado) sonhei com cerejas. Muitas delas. Em um jantar, todo mundo comendo muitas, muitas cerejas. Sonho bom. Ou nem tanto. Passou.

hum... vontade de cerejas!

Cerejeiras em frente ao Jefferson Memorial, em Washington. Imagens do dia 31.03.09 uol